quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Enquanto isso...

Literatura e Memória.

João Pessoa, capital do Estado da Paraíba, foi fundada em 1585. Trata-se da terceira mais antiga do Brasil. O Palácio da Redenção, atual sede do Governo, teve sua construção iniciada em 1586, com ajuda de esmolas, por escravos e índios, e serviu para abrigar os primeiros missionários jesuítas. No dia 03.09. 1759, por alvará desta data, são confiscados os bens dos missionários, e estes expulsos de "todo Reino de Portugal".  Já "em 1773 o Governador da Capitania, o Ouvidor-Geral, José Eduardo de Carvalho, passou a residir no Convento dos Jesuítas, porque obteve permissão do Papa Clemente XIV para utilizar a residência dos padres da companhia como também incorporá-la à Fazenda Pública."  A partir de então o lugar serve de residência para governadores, entre outros, o pai do escritor Ariano Suassuna, Sr. João Suassuna (1924 /1928), e João Pessoa (1928 / 1930). Este último, após não aceitar a candidatura de Júlio Prestes para a Presidência da República, disse, "Négo". Repito, "Négo".


Fonte bibliográfica: Gabinete Civil do Governador


Nas eleições de 1930, os estados de Minas Gerais e Rio Grande do Sul formaram a Aliança Liberal e lançaram Getúlio como candidato à Presidência do Brasil. Vargas perdeu a eleição para Júlio Prestes. Políticos e tenentes armam um golpe militar para depor o presidente Washington Luís e evitar que Júlio Prestes assumisse, alegando fraude na eleição e que os dois estavam envolvidos na morte de João Pessoa. Em novembro do mesmo ano Vargas subiu à Presidência.



Pintura exposta na APL / Academia Paraibana de Letras

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